quarta-feira, 30 de março de 2011

Contra a Corrente

Ano: 2003

Lucília Cruz
Azenha do Minarete
Rio Neiva

Manuel Abreu
Engenho do linho de Pedregais
Rio Neiva

Domingos Neves
Azenha do Neves
Rio Neiva

Maria Etelvina
Moinho Grande
Ribeiro dos Campos

Perpétua Ribeiro
Moinho da Alhada
Rio Âncora

Manuel Barbosa
Etelvina Barbosa
Moinhos de Casal Data
Rio Coura

Sinopse: Através do depoimento de proprietários de moinhos e azenhas situados nos rios Âncora, Coura, Neiva e num ribeiro da bacia hidrográfica do Lima, somos confrontados com as dificuldades que sentem em mantê-los em actividade.
Por ainda beneficiarem do seu funcionamento e quererem conservar um património que, em muitos casos, receberam como herança, são os últimos representantes das gerações em que o desenvolvimento se fazia em harmonia com a natureza.

Ficha Técnica
Realização: Carlos Eduardo Viana
Câmara: Alexandre Martins e Carlos Eduardo Viana
Som directo: Fátima Chavarria e Vítor Martins
Montagem: António Soares
Produção: Ao Norte - Oficina da Imagem
Produção executiva: Rui Ramos
Formato: DV CAM

http://lugardoreal.com/video/contra-a-corrente/

terça-feira, 29 de março de 2011

Ilha da Madeira - A água nunca nos deixa



Ano: 2003

Podemos observar neste filme, um moinho e uma serra hidráulica em funcionamento.

Sinopse: A circulação da água na Ilha da Madeira é comparável à circulação do sangue no nosso corpo. Por todo o lado há canais que levam água a todos os cantos da ilha.

Ficha Técnica
Realização: Antonio Joao Saraiva
Escrita: Antonio Joao Saraiva
Imagem: Fernando Cunha e Miguel Lira
Edição: Rui Barros e Jorge Leitão
Locução: Rui Nascimento
Produção: Digifilme e Audio Post


segunda-feira, 28 de março de 2011

Eléctricos de Lisboa – Os primeiros 100 anos

Ano: 2009
Sinopse: No ano do centenário do Carro Eléctrico de Lisboa, a CARRIS e a CML associaram-se na intenção de produzir um documentário acerca de um dos símbolos mais populares da Capital, presente na vivência e no imaginário de muitas gerações. O Eléctrico de Lisboa influenciou o quotidiano de todas as classes sociais, estimulou o desenvolvimento da Cidade e enriqueceu até a paisagem de Lisboa. http://www.docspt.com/index.php/topic,12785.msg37127.html#msg37127

domingo, 27 de março de 2011

O Sítio de Castelo Velho

Formato: (ainda não comercialzado)
Ano: 2004
Realização: Catarina Alves Costa

Sinopse1: Uma equipa de filmagens acompanhou durante três anos a escavação arqueológica de Castelo Velho em Freixo de Numão, na região do Alto Douro, dirigida por Susana Oliveira Jorge, no âmbito de um amplo projecto de valorização promovido pelo IPPAR. Teria sido este lugar com cerca de 5000 anos, uma povoação fortificada, um local de ritual e culto? O que revelam os vestigios arqueológicos? E a arquitectura do sítio?Enquanto a equipa foi acompanhando o quotidiano da escavação, cada vez mais o sítio ia revelando infinitas e continuadas acções pelas quais o Homem pré-histórico transformou um lugar natural num lugar construído.
http://cinema.sapo.pt/filme/o-sitio-do-castelo-velho/detalhes#sinopse

Sinopse 2: À descoberta do enigmático sítio de Castelo Velho.
Publicado: 27.04.2005 19:12 (GMT).
O "Sítio do Castelo Velho" é o nome de um documentário que relata três anos de trabalho numa escavação arqueológica. O ruído do comboio que anuncia a chegada contrasta com o silêncio envolvente. As montanhas abandonadas, a secura de mais um verão em Foz Côa e o destino que se desenha no horizonte. Freixo de Numão, um apeadeiro perdido nas serras que recebe, que se abre à descoberta. O sítio de Castelo Velho domina uma ampla região que se desenvolve a leste e que alcança, no último horizonte, a serra da Marofa e um troço da planura da Meseta norte. Uma paisagem levada a cena pela objectiva de Catarina Alves Costa que realizou um documentário sobre as escavações arqueológicas no local, encomendado pelo IPPAR em 2001. Três anos de filmagens que culminaram em "Sítio do Castelo Velho", apresentado ontem, terça-feira, na FLUP perante uma palteia de arqueólogos. A realizadora afirma ter partido "do ponto de vista de uma pessoa que não é arqueóloga, que anda à descoberta". O documentário retrata essa mesma busca, numa sucessão de planos que apresentam corpos prostrados em volta de uma pedra, investigadores procurando um enquadramento para as construções que se revelam. "Fascinou-me a constante interrogação sobre os materiais que iam aparecendo, a abertura a várias hipóteses", diz a relizadora. Encerrado entre serras e vales, o sítio do Castelo Velho, como explica Susana Oliveira Jorge, responsável do departamento de Arqueologia da FLUP. "Era há cinco mil anos atrás um local cheio de vida". Quando, em 1989, chegam ao local os primeiros técnicos para investigar "um monte de pedras todo destruído", como recorda a investigadora, estariam longe de imaginar os quinze anos de trabalho intensivo plenos de interrogações que se seguiriam. "Isto continua a ser uma incógnita. Certamente este não era um local de habitação", explica Susana Oliveira Jorge. De castelo fortificado a lugar monumento, estas ruínas arqueológias já poderiam ter sido quase tudo. Por entre o documentário perpassa, essencialmente, essa interrogação constante acerca do que dia após dia ia surgindo, fruto de horas em volta de um pedaço de pedra imaterializado. Estranhamente, Catarina Alves da Costa cria um ambiente intimista, entre o homem e a pedra, uma relação de descoberta num fosso temporal de cinco mil anos. "A mim interessam-me mais as pessoas que as pedras. Interessa-me a intervenção humana sobre o sítio", confessa a realizadora de "O Sítio do Castelo Velho". Por entre pedras e interrogações, nasce a hipótese de estas ruínas redescobertas poderem ter sido um lugar comunitário, um posto aberto à confraternização. Com o fim definitivo das escavações prepara-se, agora, a museificação do local. Entretanto, o documentário termina. Já sem o ruído do comboio que se aproxima, mas antes com o som suave do helicóptero que sobrevoa o local das escavações. Ao longe, os pequenos amontodos de pedrinhas tornam-se indecifráveis no meio da imponência das montanhas. "É o fim do Verão. É aquela nostalgia de algo que acabou. É a despedida", conclui Catarina Alves Costa.
Mariana Teixeira Santos
http://jpn.icicom.up.pt/2005/04/27/a_descoberta_do_enigmatico_sitio_de_castelo_velho.html

domingo, 20 de março de 2011

São Domingos - A Herança da Mina


Formato: TVrip (SIC)
Ano: 2010
Sinopse: Foi a primeira aldeia portuguesa a ter energia eléctrica e a primeira a ver passar os comboios.
À boleia da mina que alimentou a revolução industrial, São Domingos cresceu e modernizou-se. Teve infraestruturas para o progresso, para a qualidade de vida, para a fixação da população.
Mas em meados do século passado, o filão esgotou-se e os ingleses que exploravam a mina abandonaram o local e levaram tudo o que podiam. Deixaram um presente envenenado e uma aldeia inteira a olhar para o passado.
Disponível em:
http://www.docspt.com/index.php/topic,12723.0.html

King of Stonehenge


Formato: TVrip (History)
Ano: 2003
Sinopse: The King Of Stonehenge sets out to establish the identity of a man, who was laid to rest over 4000 years ago in a Bronze Age burial site 3 miles from Stonehenge.
The discovery has attracted huge international interest because strong evidence suggests that the man, who was almost certainly alive when the stone circle was constructed, came from Europe. He is the first European settler ever firmly identified in the British Isles.
Archaeologists believe this to be one of the most important prehistoric findings of recent years as the grave contained an unprecedented number of precious artifacts including the earliest gold found in Britain; and rare copper which makes fascinating links to sources in France and Spain, previously unknown. A second grave also identified a younger man who is believed to be a son, born in Britain to this.
http://ipb.quicksilverscreen.com/index.php?/topic/157962-meet-the-ancestors-king-of-stonehenge/page__pid__757541__mode__threaded

sábado, 19 de março de 2011

Great Palaces of the World - The Royal Palace of Sintra, Portugal




Formato: TVrip (Discovery Channel)
Ano: 1995
Esta gravação, teve origem numa emissão do programa no Discovery Channel espanhol, dando origem ao documentário com audio em versão castelhana, podendo ser obtido no link infra. O original existe em DVD, e tem audio em inglês.
Sinopse: El palacio Real de Sintra.
El palacio de Sintra, construido por el rey Juan para celebrar la independencia de Portugal en 1385, es una fusión de arquitectura gótica e islámica.
El Palacio Nacional de Sintra, conocido popularmente como Palacio da Vila, se encuentra situado en la Vila Velha de la ciudad, en el Largo Rainha D. Amélia. Es hoy en día el único palacio real medieval portugués y se distingue claramente por las dos chimeneas que sobresalen de su estructura. Destacan en su interior una excelente colección de azulejos mudéjares, diferentes salas, patios, etc y sobretodo el Jardim da Preta, con acceso desde el interior del Palacio, en el que se encuentra una estatua de barro a tamaño natural que representa una mujer negra vestida del siglo XVIII situada junto a una fuente. Formando parte del monumental palacio se encuentra una de las capillas más bonitas de Sintra, la Capela do Espíritu Santo. Está considerado Monumento Nacional.
http://www.universodivx.net/archive/index.php?t-7361.html&s=80d8eb52673d3e65119ae2872a37cea8