domingo, 8 de maio de 2011

Santa Liberdade


Formato: TVrip

Transcrição do início do filme:
Na madrugada de 22 de xaneiro de 1961 o trasatlántico Santa Maria, coñecido como galgo do mar, que foi a liña de La Guaira a Vigo, desaparece en augas do Caribe con máis de mil persoas a bordo. O navío, asaltado por un comando do Directorio Revolucionario Ibérico de Liberación, DRILK, enarbola como babdeira a oposición ás ditaduras de Franco e Salazar. Un triunvirato formado pelos exilados Pepe Velo, republicano galeguista, o capitán portugués Henrique Galvão e máis Xosé Fernández, o comandante Soutomaior, é responsábel deste feito político sen precedentes. As conexións rediofónicas están cortadas.

Sinopse:
En enero de 1961, el lujoso trasatlántico portugués "Santa María" fue secuestrado por el DRIL (Directorio Revolucionario Ibérico de Liberación), un comando formado por españoles y portugueses.

Su objetivo era llamar la atención de la comunidad internacional y denunciar las dictaduras de Franco en España y de Salazar en Portugal.
Durante los 13 días que duró el trayecto entre Caracas, Vigo y Lisboa, el buque cambió de nombre y pasó a denominarse "Santa Liberdade". Dicho secuestro provocó incluso la intervención de la marina estadounidense.

En este documental se rescata del olvido lo que realmente ocurrió con el Santa Liberdade.

http://www.sharerip.com/forum/index.php?topic=26215.msg207089#msg207089

sexta-feira, 6 de maio de 2011




Formato: Cinema
Ano: 2009

Ida ao cinema com a Prof. Doutora Maria José Moutinho Santos, no âmbito da matéria da Unidade Curricular de História Contemporânea.

Sinopse 1:
5ªEdição Dockanema
Dockanema abre hoje com o filme “48″
setembro 9, 2010
Filme de Abertura / Opening Screening
48, de Susana de Sousa Dias, Portugal, 2009, 93’
Vasculhando os arquivos da PIDE, a temida polícia secreta da ditadura salazarista, a realizadora recolhe 16 fotografias de presos políticos, cuja história tenta decifrar. Correndo contra o relógio para encontrar sobreviventes, ela descobre nos relatos as explicações de parte do mistério que quer decifrar. Daí emergem as memórias das emoções conflituantes que dominavam os prisioneiros no momento da fotografia – não raro, uma das raras ocasiões em que alguns procuravam enfrentar, ainda que fosse com um olhar, os seus captores e algozes. Uma mulher lembra a sua reacção inexplicável de sorrir perante a câmara – um comportamento que a perseguiu pelo resto da vida. Por este ângulo inusitado, o filme levanta pistas para um retrato dos 48 anos da ditadura em Portugal.
Biografia:
Susana Sousa Dias concluiu o Curso de Cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema, a licenciatura em Arte Plásticas/Pintura na Faculdade de Belas-Artes e o Mestrado em Estética e Filosofia da Arte na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Frequentou a Escola de Música do Conservatório Nacional. Actualmente é docente na Faculdade de Belas-Artes.
Filmografia:
1998 A Golden Age: Portuguese Cinema/ 1933-1945
2000 Criminal Case 141/153/
2005 Natureza Morta: Visages d’une Dictature
http://dockanema.wordpress.com/category/filme-de-abertura/

Sinopse 2:
Susana de Sousa Dias: «Sinto que caí no arquivo da PIDE e ainda não saí de lá».
Susana de Sousa Dias filma a memória, contra o esquecimento. A realizadora volta ao Estado Novo no seu novo filme, «48», que estreia esta semana. «Sinto que caí no arquivo da PIDE e ainda não saí de lá», confessa.
Chama-se «48» para lembrar os anos que durou a ditadura e lá dentro cabem 16 histórias de presos e presas, torturados e torturadas pela polícia política do Estado Novo – a PIDE.
Em entrevista à agência Lusa, em sua casa, a realizadora explicou que neste filme quis «contar uma história da ditadura através de um conjunto de fotografias de cadastro e do testemunho das pessoas que foram fotografadas».
São imagens pequenas, tipo passe, fotografias que estão na Torre do Tombo, «às centenas». A história é contada pela voz de quem está naquela fotografia, mas nunca o/a vemos como é hoje. Na imagem, ficam sempre só as fotografias. Mas algo parece mover-se.
Susana de Sousa Dias explica este «processo muito complexo» de «micromovimentos com a câmara», que fazem com que as imagens pareçam fixas, mas na realidade haja «um movimento ténue». E acredita: «É isso que permite com que o espectador não descole da imagem».
«Aparentemente, o filme tem uma forma muito simples e utiliza recursos muito básicos, mas todo o caminho para chegar lá foi extremamente complexo e o filme é muito trabalhado», sublinhou, falando no «risco imenso» de fazer um filme deste género.
«48» procura a junção da imagem com a palavra, resume. Daí que, quando começou a montagem, a realizadora tenha percebido que «todo o filme cairia por terra» se só tivesse planos fixos.
«Pedi ao operador de câmara para fazer vários movimentos muito subtis sobre as imagens», conta. Depois, na mesa de montagem, tornou «o tempo mais lento», usando o slow motion. O filme tem 93 minutos de duração, mas se as imagens corressem à velocidade com que foram filmadas «teria apenas sete minutos», exemplifica.
Susana de Sousa Dias tem três projectos entre mãos e todos regressam ao Estado Novo.
Um deles é a história de três irmãs presas durante a ditadura, através da qual a realizadora quer contar «um mundo feminino que já desapareceu completamente» – «a história de outras mulheres a que a memória destas mulheres nos dá acesso».
Outro é sobre a memória do Estado Novo hoje, ou seja, sobre a forma como se vivem e pensam hoje esses tempos – ideia que surgiu após a eleição de Salazar no concurso Grandes Portugueses e do lançamento por um jornal de «uma colecção de livros sobre o Estado Novo, que inundou a cidade de Lisboa com mupis de Salazar, tipo Andy Warhol». E por último um filme que parte das fotografias de um núcleo familiar na clandestinidade.
Para todos estes, Susana de Sousa Dias não obteve financiamento do ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual). Aliás, disse à Lusa, «aconteceu uma coisa curiosa»: o seu currículo foi agora pior avaliado do que antes de fazer «48», já premiado por várias vezes, nomeadamente com o Grande Prémio do Cinema du Réel, conceituado festival de cinema documental, em França.
«Vou continuar a tentar», garante, falando na possibilidade de «tentar obter financiamento lá fora». O seu filme anterior, «Natureza Morta», não teve um único «apoio financeiro em Portugal, foi pago quase integralmente pela França», exemplifica.
Há onze anos, a cineasta entrou nos arquivos da ditadura e encontrou «o momento fundador» do seu trabalho e «estes filmes passaram a ser projectos pessoais».
«São 48 anos de ditadura, há uma imensidão de coisas para contar. É um trabalho inesgotável, é uma espécie de poço de fundo», justifica. «Por cada filme que faço tenho uma série de ideias para vários filmes», refere. Segue-se um fio condutor e dentro deste há sempre outros fios. «Destapa-se uma coisa e estão lá milhares delas por baixo. É um caminho em profundidade e em extensão», partilha.
Filmar a ditadura ainda é algo entre «dois movimentos contraditórios» – «um que tenta apagar, outro que tenta ir buscar e trazer para a actualidade», considera. Sendo verdade que existem «cada vez mais filmes», a realizadora não deixa de dizer que «é preciso trabalhar muito mais» sobre aquela época.
«48» chega às salas de cinema na quinta-feira, mas tem antestreia já na quarta, no Centro Cultural da Malaposta, em Odivelas, numa sessão que contará com a presença da realizadora.
@Lusa
SAPO Cinema - 19-04-2011 14:00
http://cinema.sapo.pt/magazine/noticia/susana-sousa-dias-sinto-que-cai-no-arquivo-da-pide-e-ainda-nao-sai-de-la

domingo, 1 de maio de 2011

25 de Abril - Uma Aventura para a Democracia


Ano: 2000
Sinopse: É um filme sobre o fim do fascismo e o 25 de Abril, visto a partir das ruas e dos rostos das pessoas. Mais do que mostrar a revolução militar, revela a adesão popular ao movimento. Imagens e sons do passado (a ditadura e a libertação) misturam-se com imagens e sons do presente (manifestações de apoio à independência de Timor).

Uma edição do Centro de Documentação do 25 de Abril

Realização: Edgar Pêra
Produção: Akademya Lusoh-galaktika/Madragoa Filmes
Produção executiva: Miguel Gomes da Costa
Direcção de produção: Paula Figueirinha
Direcção do projecto: Boaventura Sousa Santos
Banda Sonora Original: Gué, Artur Cyanetto
Narração: Adelino Gomes

http://www.docspt.com/index.php/topic,13722.0.html

sábado, 16 de abril de 2011

Legacy of a Lost Civilization


Formato: DVD
Ano: 2009
Sinopse: Sitting on the cusp of humankind's greatest revolution, the Temple Culture of Ancient Malta represents the undistorted version of something wich as been disttiled and reinterpreted by many societies over time and assimilation... right down to us today. The remains of the Temple Culture, suspended in isolated obscurity for thousands of years, provide a singular opportunity to peer more deeply into this remote and undocumented past. By looking objectively at genetic, architectural, archaeological, cultural, linguistic and other evidence, we aim to assemble a compound diorama of the anciente world that has, until now come down to us only in scraps in the Book of Genesis.

Com estas palavras se inicia a introdução do documentário, as quais transcrevemos na íntegra.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Crónica do Século - O Terramoto Delgado



Formato: TVrip
Ano: 1999
O Terramoto Delgado, episódio nº 8 da série Crónica do Século, foi exibido na aula de História Contempporânea de Portugal

Sinopse: CRÓNICA DO SÉCULO

A história de Portugal e dos portugueses que, ao longo dos últimos cem anos, foram moldando a nação que hoje somos Crónica do Século conta a história de Portugal e dos portugueses que, ao longo dos últimos cem anos, foram moldando a nação que hoje somos, focando os aspectos políticos, sociais e económicos mais relevantes.

Assim, a partir do Ultimato Britânico os quatro primeiros episódios da Crónica do Século, relatam a morte violenta da monarquia na principal praça da capital do país, a esperança que nasceu com os revoltosos da Rotunda e com os vivas da República, logo seguida da mais desesperante desilusão face à incapacidade de quem dirigia, de regenerar um pais social e económicamente debilitado. A espectactiva de melhores dias, que as reformas sociais e económicas de Afonso Costa permitiam acalentar acabou por se afundar na violência quotidiana, no assassínio de presidentes e de chefes de governo, de governos frágeis, na intolerância religiosa , nos sucessivoas golpes militares que culminariam com o 28 de maio de 1926 e a aentrada vitoriosa em lisboa das tropas de Gomes da Costa. Estava aberto o caminho para um longo regime totalitário que terminaria quatro décadas mais tarde de novo com os militares na rua, desta vez para abrir caminho á democracia.

Os outros seis episódios abordarão, alguns dos momentos mais importantes do Estado Novo: a Guerra Civil de Espanha,o período da segunda guerra mundial, a entrada do país para a Nato, a candidatura de Humberto Delgado, a guerra colonial, o marcelismo e a agonia do regime.

Os dois utimos episódios focarão as diversas fases que permitiram a consolidação da democracia, as consequências da adesão à Comunidade Económica Europeia e a acção dos governos de maioria chefiados por Cavaco Silva e António Guterres.

FICHA TÉCNICA:Produção: Ana Pitas, Alice Milheiro, Olga Toscano

http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=3933&e_id=&c_id=9&dif=tv

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Global Treasures - Prehistoric Malta


Formato: DVD
Ano: 2007
Sinopse:

Global Treasures - History's Most Protected Monuments:
Heritage is our legacy from the past, what we live today, and what we pass on to future generations. Our cultural and natural heritage are both irreplaceable sources of life and inspiration. Places as unique and diverse as the wilds of East Africa's Serengeti, the Pyramids of Egypt, the Great Barrier Reef in Australia and the Baroque cathedrals of Latin America make up our world's heritage. Join us as we explore one of these protected monuments.

Malta’s temples are older than the Egyptian pyramids. Indeed, the tiny Mediterranean island is a veritable archaeological treasure trove and its largest prehistoric temple site is situated in Tarxien.

The remains of the religious sanctuary were discovered in 1914 when local farmers stumbled across some huge blocks of stone while plowing their fields. Subsequent excavation of the site revealed several remarkable prehistoric finds such as fragments of pottery, stone images and a large number of urns. Carbon dating has established that the Tarxien temples date back to between 3,300 to 2,400 B.C.

The temple area, and those of its rocks that have been partially decorated with geometrical forms, extend across an area of several hundred metres. The massive rocks raise the question of how those who brought them to this location were able to transport such heavy material here 4,500 years ago.

http://www.travelvideostore.com/product_info.php?products_id=6938

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Felizmente há luar!


Formato: VHS
Ano: 2001; 2005
Sinopse:
Autor: Luís de Sttau Monteiro ficcionista, formado em Direito, foi autor dramático, encenador e jornalista. Inicia a sua carreira literária com a narrativa Um Homem Não Chora, a que se seguiu o romance Angústia para o Jantar. É sobretudo pela sua obra dramática que virá a ser consagrado, recebendo com Felizmente Há Luar!, em 1962, o Grande Prémio de Teatro.
Contextualização: Felizmente Há Luar! tem como cenário o ambiente político dos inícios do século XIX: em 1817, uma conspiração, encabeçada por Gomes Freire de Andrade, que pretendia o regresso do Brasil do rei D. João VI e que se manifestava contrária à presença inglesa, foi descoberta e reprimida com muita severidade: os conspiradores, acusados de traição à pátria, foram queimados publicamente e Lisboa foi convidada a assistir... Sttau Monteiro marca uma posição, pelo conteúdo fortemente ideológico, e denuncia a opressão vivida na época em que escreveu a obra (1961), sob a ditadura de Salazar. O recurso à distanciação histórica e à descrição das injustiças praticadas no início do século XIX em que decorre a acção permitiu-lhe, assim, colocar também em destaque as injustiças do seu tempo e a necessidade de lutar pela liberdade.

http://www.edusurfa.pt/mostra_pdf/?pdf=SttauMonteiro.pdf